A atual crise financeira que se instalou por todo mundo, teve início no mercado imobiliário dos Estados Unidos(EUA) há um ano. Vários bancos desse país e também da Europa contabilizaram perdas bilionárias, sendo que alguns decretaram falência.
A princípio, parecia que o Brasil não iria sentir os impactos da crise internacional. Em discurso, o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva disse que ela não passava de uma “marolinha”e que o país estava preparado para enfrentá-la. Mas a medida que a crise tomou proporções maiores e se espalhou por todo mundo, o governo brasileiro teve que mudar de ideia e se viu obrigado a anunciar uma série de medidas para impedir que setores, principalmente, ligados à indústria e à exportação entrasse em forte recessão.
O pacote de medidas anunciado pelo governo não foi capaz de impedir a redução nas exportações, o aumento do desemprego, a diminuição do consumo interno e, consequentemente, a queda do seu Produto Interno Bruto(PIB). Apesar disso, a nossa economia deve apresentar resultados melhores do que a maioria dos países desenvolvidos e emergentes.
Na última reunião do Grupo dos 20 países mais ricos do mundo(G-20), ocorrida no dia 2 de abril que contou com a participação do Brasil, ficou decidido que uma lista de países vão emprestar dinheiro ao Fundo Monetário Internacional(FMI). Lula disse que sempre defendeu a bandeira "fora FMI" e agora poder emprestar dinheiro ao Fundo "é chique" e afirmou ainda que gostaria de entrar para a história por isso.
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Crise financeira internacional
Esta matéria fala da atual crise finnceira que se instalou no mercado mundial.
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Podcast com o Dr. Vander Mendes Lucas.
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